Paternidade: Padroeiro ou Padroeira ?


Vamos voltar para 586 a.C. Lamentações 5:1-3 (586-585 a.C. Jerusalém se sentia assim).

Aqui em nosso Brasil a orfandade ela é um legado, 1/3 dos Brasileiros não sabem quem foi seu Pai. (índice fornecido pelo I.B.G.E.). Podemos analisar da seguinte forma, a Nação Brasileira quanto a sua paternidade (levando-se em conta a questão espiritual):

-ÍNDIOS: quase todas as tribos eram envolvidas com canibalismo, feitiçarias, rituais satânicos, imoralidades, etc. Aqui índias foram pegas a laço, filhos bastardos de estupros, sendo escravizados, uma grande carnificina. (havia 7 milhões de índios, hoje 300 mil);

-AFRICANOS: negros eram raptados e trazidos como escravos. Trazendo assim seus costumes de quibandeiro, isto é o pai de santo. Sem contar, tudo isso com dor e sangue, com abuso moral e desrespeito humano;

-CRISTIANISMO DE PORTUGAL: um cristianismo sem pai, gerado do islamismo, onde Alá (o Deus lunar) os protege, mas sem sentido de paternidade, sendo esse islamismo utilizador de um sistema político-religioso, como se negar o islã, fosse negar a própria pátria.

O povo islâmico foi personificado de um dos filhos de Abraão, chamado Ismael (Ismaelitas – Gen. 37), filho de Abraão com Hagar, escrava de Sara.Ismael casou-se com uma egípcia, e teve 12 filhos com ela, gerando 12 tribos árabes. Maomé diz ser da ramificação de Ismael. No século 8, o islamismo cresceu desenfreadamente, onde essa região (Portugal) foi habitada por esse povo, por mais ou menos 800 anos. A influência do cristianismo foi deturpada.A mando do Papa Urbano II (papa francês), começou-se a travar uma grande batalha, chamada a cruzada (1100-1300 d.c.), tempo da inquisição, mais ou menos 50 milhões de pessoas morreram.

O DNA do cristianismo de Portugal começou a ter genes do islamismo. Esse cristianismo se resume no Catolicismo, onde tem uma mãe, tirando o sistema paterno de Deus, gerando uma religiosidade e uma orfandade. O interessante saber que apesar de toda essa deturpação, aqui no Brasil havia um padroeiro São Pedrão de Alcântara, porem para os católicos brasileiros, vergonha esta ter um padroeiro Espanhol, em 31 de maio 1931, como grande representante Getúlio Vargas reverrendou-a como padroeira. Somente em 1955 conhecido feriado 12 de outubro o dia da padroeira, que antes dessa data era 8 de dezembro. Vemos isso onde no Antigo testamento pessoas serviam a Astarote, uma Deusa figura de uma mulher, rainha dos ares.

Esse cristianismo, essa influência, essa troca de herança, essa fusão, acabou por volta de 1500. Onde começaram a ocorrer as REFORMAS, sendo Monástica ou pelos movimentos leigos.  O interessante que em uma dessas reformas leigas feitas por Joaquim (1132-12020 d.C.), conhecida como “os joaquinitas escatológicos”, defendiam a figura grandiosa de um Deus Pai. Apartir daí o povo não era espiritualmente mais comandado pela autoridade da igreja romana, mas sim pela autoridade da bíblia.

Fomos influenciados pela pior espécie de cristão. Todas as formas de colonização vão a falta de Paternidade, vemos que somos negros, brancos, cafuzos, etc. Vemos hoje, pessoas dão o título de Padroeira, sem ao menos existir essa figura, que só é destinado para o masculino Pai ou Padroeiro. E toda essa influência destrói a imagem de filho diante do Pai. Jovens têm grande dificuldade em gerar em si a dependência de DEUS, por não experimentar a realidade de ser filho.

Romanos 8 nos revela – “ vida debaixo da graça, segundo o espírito de santidade e adoção”.

(Permitidade reprodução, desde que indicado o outor e o site)

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Teologia e Reino de Deus
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