“Independência ou Morte !” ou “Dependência e Vida!”


"Os que confiam no SENHOR são como o monte Sião, que não se pode abalar, mas permanece para sempre" (SI 125.1).

Denomina-se Independência do Brasil o processo que culminou com a emancipação política desse país do reino de Portugal, no início do século XIX. Oficialmente, a data comemorada é a de 7 de setembro de 1822, quando ocorreu o episódio do chamado "Grito do Ipiranga". De acordo com a história oficial, nesta data, às margens do riacho Ipiranga (atual cidade de São Paulo), o Príncipe Regente D. Pedro bradou perante a sua comitiva: Independência ou Morte!. Determinados aspectos dessa versão, no entanto, são contestados por alguns historiadores.

Estre retrato é conhecido por todos, mas existe um outro príncipe que não proclamou independência. Em uma ótica espiritual, vemos este dia 7 de Setembro como um dia profético, quando o príncipe regente do Governo brasileiro na época proclamou “Indepenência ou Morte!”. Nós, com os olhos espirituais não queremos declarar Independência à Deus e sim queremos declarar “Dependência e Vida!” estando em Cristo Jesus.

Somos dependentes de Deus e uns dos outros, vivemos em um grande processo de aprendizagem e relacionamento para com o Criador e suas criaturas, vivemos intimamente com o Pai e seus filhos nossos irmão em Cristo. Não têm como declaramos que estamos vivendo uma independência total, quando relembramos este grito estamos relembrando a amargura e as amarras do passado diante de um poder monarquico que tudo podia, não foi a Independência uma grande transição, mas sim o início de uma dependência mútua. Dependência está que vivemos e desfrutamos de podermos declamar “Somos dependentes de ti Senhor”. Por isso, em vários lugares do nosso Brasil, irmão em Cristo, que vivem essa dependência conosco estão adorando e intercedendo 24hs por uma dependência plena ao Pai e ao Espírito Santo, para podermos sermos como Jesus, obedientes até a morte.

Deus não quer que subamos a montanha da vida a sós. Toda a nossa experiência nos ensina que temos um grande amigo invisível, mas muito real, que espera o momento em que nós,  cônscios da nossa fraqueza, nos voltemos para Ele, em busca da proteção e auxílio que Ele nos quer dar (autor desconhecido).

No evangelho de Lucas (23.46); o próprio Jesus mostrou dependência do pai (o Deus que criou os céus e a terra), crucificado na cruz ele clamou em alta voz, Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito.

“Em um mundo cada vez mais egoísta, viver dependendo de alguém é uma tarefa não muito popular.  Em um mundo, em que na sua grande maioria, à procura de recursos financeiros visa ter autonomia para poder tomar decisões por si mesmo e ainda neste mundo onde à procura de um parceiro(a) para se relacionar, sentimentalmente falando, às vezes visa suprir uma carência emocional e acaba ferindo a base do verdadeiro amor que é dar e não receber. Ser dependente é algo que não está na “moda” (Celso Bertoni) .

Dependa dele, ainda que você esteja vivendo uma tempestade daquelas, não se atemorize; dependa de Deus, que quando menos você esperar, ele se levantará e acalmará a tempestade. Sabe por quê? Porque ele está no barco com você. Afinal, Deus não está na sua vida? Você não entregou a sua vida a ele? Ou melhor, os seus dias não estão nas mãos de Deus?

“Senhor, por estas disposições tuas vivem os homens, e inteiramente delas depende o meu espírito; portanto, restaura-me a saúde e faze-me viver.” Isaías 38:16

Anúncios

Sobre Cadu Rinaldi

Teologia e Reino de Deus
Esse post foi publicado em Cadu Rinaldi e marcado , . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s