Sacrifícios do Antigo Testamento. Lei que se refere aos sacrifícios, aos sacerdotes, às festas e outras solenidades, tanto civis quanto políticas.


Narrarei, aqui, somente algumas das leis que se referem às purificações e aos sacrifícios, pois estamos tratando dessa matéria. Há duas espécies de sacrifí­cios: particulares e públicos. Estes são ainda de duas maneiras, pois ou a vítima é totalmente consumida pelo fogo, o que lhe fez merecer o nome de holocausto, ou é oferecida em ação de graças e comida com essa mesma disposição por aqueles que a oferecem. Começarei por falar da primeira.

Levítico 1. Quando um homem particular oferece um sacrifício, apresenta um boi, um cordeiro e um cabrito. Os dois últimos não devem ter mais de um ano e o boi pode ter mais, porém devem ser machos e consumidos totalmente. Quando são imolados, os sacerdotes borrifam o altar com o sangue e, depois de os lavarem bem, cortam-nos em pedaços, põem sal e os colocam sobre o altar, onde o fogo já está aceso. Lavam depois os pés e as entranhas dos animais e as lançam ao fogo com o resto. As peles, porém, pertencem aos sacerdotes. Assim é que se faz, para os holocaustos.

Levítico 3. Nos sacrifícios que se fazem em ação de graças, matam-se animais da mesma espécie, mas é preciso que sejam sem mancha e tenham mais de um ano, não importando se forem fêmeas ou machos. Depois de imolados os animais, os sacerdotes borrifam o altar com o sangue e em seguida lá atiram os rins, parte do fígado e toda a gordura com a cauda do cordeiro. O peito e a coxa direita perten­cem aos sacerdotes, e os que oferecem o sacrifício podem comer o que sobrar, durante dois dias, depois dos quais devem queimar o que restou. A mesma coisa se deve observar nos sacrifícios oferecidos pelos pecados. Os que não têm meios de sacrificar, porém, oferecem dos animais somente duas pombas ou duas rolas, uma das quais é oferecida em holocausto, sendo que a outra pertence aos sacerdotes, como explicarei mais detalhadamente no tratado que escreverei sobre os sacrifícios.

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Aquele que pecou por ignorância oferece um cordeiro e um cabrito, ambos fêmeas e da idade que já dissemos. Mas os sacerdotes borrifam com o sangue somente os ângulos do altar, em vez de borrifá-lo por inteiro, e colocam sobre o altar os rins com uma parte do fígado e toda a gordura. Conservam para si a pele e toda a carne, que comem durante aquele dia, no Tabernáculo. A Lei proíbe que se guarde alguma coisa para o dia seguinte.

Aquele que pecou voluntariamente, mas em segredo, oferece um carneiro, como a Lei o determina, e os sacerdotes comem-lhe também a carne, naquele mesmo dia, no Tabernáculo.

Quando os chefes das tribos oferecem sacrifício pelos pecados, fazem-no como o povo em geral, com esta única diferença: é preciso que o touro e o cabrito sejam machos.

Levítico 2. A Lei determina também que nos sacrifícios, tanto particulares quan­to públicos, se leve com o cordeiro a medida de um gômer de farinha de trigo, com um carneiro, dois gômeres e com um touro, três gômeres. Prescreve ainda que se ofereça com o touro a metade de um him de óleo — antiga medida dos hebreus que continha dois coros áticos —, com um carneiro, a terça parte dessa medida e com um cordeiro, a quarta parte. Além disso, era obrigatório oferecer a mesma quantidade de vinho, que se derramava em redor do altar. E, se alguém, para cumprir um voto, oferece em sacrifício farinha de trigo, lança-se um punhado sobre o altar e os sacerdotes tomam o resto para comer ou fazê-la cozer, misturan-do-a com óleo ou fazendo bolos. Mas é preciso queimar tudo o que o sacerdote oferece. A Lei proíbe oferecer em sacrifício um filhote de qualquer animal sem oferecer também a mãe, caso aquele não tenha pelo menos oito dias.

Oferecem-se também outros sacrifícios, tanto para se recuperar a saúde quanto por qualquer outro motivo, e comem-se bolos com a carne dos animais, dos quais os sacerdotes têm a sua parte, não lhes sendo permitido reservar qualquer porção para o dia seguinte.

Números 22 e 29. A Lei manda ainda sacrificar todos os dias, à custa do povo, ao nascer do dia e à tarde, um cordeiro de um ano e dois no dia de sábado, que se oferecem do mesmo modo. Na lua nova, oferecem-se, além das vítimas ordinárias, dois bois, sete cordeiros de um ano e um carneiro. E, se alguma coisa fosse esque­cida, oferecia-se um bode pelos pecados, e no sétimo mês, ao qual os macedônios chamam hiperbereteom, ofereciam-se ainda um touro, um carneiro, sete cordei­ros e um bode, pelos pecados.

No décimo dia da lua do mesmo mês, jejua-se até a tarde. Sacrificam-se, pelos pecados, um touro, um carneiro, sete cordeiros e um bode. E mais dois bodes, um dos quais é levado vivo para fora do acampamento, para o deserto, a fim de que o castigo merecido pelo povo por causa seus pecados caia sobre a cabeça desse animal. O outro bode é levado a uma arrabalde, isto é, um lugar próximo do acampamento e muito limpo, onde é queimado inteiro, com a pele, e dele nada se reserva.

Queima-se também um touro, que não é dado pelo povo, mas pelo sacerdote. Este, depois que levam ao Tabernáculo o sangue desse touro e o do bode, mergu­lha o dedo nele e borrifa sete vezes a coberta e o pavimento e outras tantas vezes a parte interna e as proximidades do altar de ouro e do grande altar que está descoberto à entrada do Tabernáculo. Levam-se depois, desses animais, as extre­midades, os rins, parte do fígado e toda a gordura ao altar, e o sumo sacerdote acrescenta, de seu, um carneiro, que é oferecido a Deus em holocausto.

 Levítico 23. No décimo quinto dia desse mesmo mês, aproximando-se o inverno, foi dada ao povo ordem de firmar bem as suas tendas e os seus pavilhões, cada um segundo as suas famílias, para que pudessem resistir ao vento, ao frio e às outras vicissitudes dessa triste estação. E, quando chegassem à terra que Deus lhes prometera, deveriam dirigir-se à cidade que lhes seria a capital, porque nela o Templo seria construído, e ali celebrar uma festa durante oito dias, oferecendo vítimas a Deus, umas para serem queimadas em holocausto e outras em ação de graças, e levando em suas mãos ramos de mirto, de salgueiro e de palmas, aos quais se prenderiam limões.

0 sacrifício que se faz no primeiro desses oito dias é de holocausto, no qual se oferecem treze bois, catorze cordeiros, dois carneiros e um bode, para a expia-ção dos pecados. Continua-se nos dias seguintes a fazer a mesma coisa, exceto que se diminui um boi cada dia, até que o número seja reduzido a sete. O oitavo dia é de descanso e se comemora não se fazendo obra alguma. Sacrificam-se nesse dia, como já dissemos, um novilho, um carneiro, sete cordeiros e um bode, para o pecado [Êx 12,13 e 23]. Eis a seguir as cerimônias do Tabernáculo, que sempre foram observadas entre os homens de nossa nação.

 Levítico 23, Números 9 e Deuteronômio 16. No mês de xântico, a que chamaram nisã e com o qual começa o ano, no décimo quarto dia da lua, quando o Sol está na linha de Áries, que é o tempo em que os nossos pais saíram do Egito e do cativeiro juntamente, a Lei nos obriga a renovar o sacri­fício que então fizeram e ao qual se dá o nome de Páscoa. E celebramos essa festa segundo as nossas tribos, sem nada reservar para o dia seguinte das coisas sacrificadas, que é o décimo quinto dia do mês e o primeiro da festa dos Asmos, que se segue imediatamente à da Páscoa e dura sete dias, duran­te os quais não se come outro pão a não ser desse, sem fermento, e matam-se cada dia dois touros, um carneiro e sete cordeiros, que são oferecidos em holocausto, aos quais se acrescenta, pelos pecados, um cabrito, do qual os sacerdotes se alimentam.

No décimo sexto dia do mês, que é o segundo dos Asmos, começa-se a comer os grãos que foram recolhidos e nos quais ainda não se tocou. Como é justo teste­munhar a Deus gratidão pelos bens de que lhe somos devedores, oferecem-se as primícias da cevada, deste modo: faz-se secar no fogo um feixe de espigas e delas se tira o grão, que é limpo. Depois é oferecida sobre o altar a medida de um gômer, da qual lá se deixa um punhado — o resto é para os sacerdotes. Em segui­da, é permitido a todo o povo fazer a ceifa, quer em geral, quer em particular. E, nesse tempo de primícias, oferece-se a Deus um cordeiro em holocausto.

 Levítico 23. Sete semanas depois da festa da Páscoa, que são quarenta e nove dias, oferece-se a Deus, no qüinquagésimo dia, que os hebreus chamam Asarta, isto é, “plenitude de graças”, e os gregos, Pentecostes, um pão de farinha de trigo, de dois gômeres, feito com fermento, e matam-se dois cordeiros, que servem para a ceia dos sacerdotes, sem que se possa reservar coisa alguma para o dia seguinte. Quanto aos holocaustos, oferecem-se três novilhos, dois carnei­ros, catorze cordeiros e dois bodes pelos pecados.

Não há festa na qual não se ofereça holocausto e não se deixe de traba­lhar, pois são duas coisas que a Lei obriga indispensavelmente a observar. Depois dos sacrifícios, come-se o que foi oferecido. Dão-se também, para esse fim, às custas do povo, vinte e quatro medidas de farinha de trigo, das quais se faz pão sem fermento. Destes, cozem-se dois a dois, na vigília do sábado. E, na manhã desse sábado, colocam-se doze sobre a mesa sagrada, seis de um lado e seis de outro, em frente uns dos outros, e lá ficam, com os pratos cheios de incenso, até o sábado seguinte, quando, depois de se terem colocado outros em seu lugar, são entregues aos sacerdotes, para que os comam.

O incenso é queimado no fogo, para que consuma os holocaustos, e põe-se outro com os pães. O sumo sacerdote oferece, de seu, duas vezes por dia, uma medida de farinha pura, misturada com óleo e um pouco cozida, da qual lança pela manhã a metade no fogo, e à tarde, a outra metade. Mas basta de falar dessas coisas, que explicarei melhor em outro lugar.

 Números 3. Depois que Moisés separou a tribo de Levi das outras, para consagrá-la a Deus, purificou-a com água da fonte e ofereceu sacrifício. Entre­gou-lhes em seguida a guarda do Tabernáculo e dos vasos sagrados e ordenou-lhes que se ocupassem com grande cuidado desse mister, segundo os sacerdotes o ordenassem. Assim, os dessa tribo começaram desde então a ser considerados como consagrados a Deus.

Levítico 7 e 17. Moisés declarou nessa mesma ocasião que animais eram con­siderados puros, dos quais era permitido comer, e de quais não era permitido comer, por serem impuros. Diremos disso a razão quando se apresentar oportu­nidade. Quanto ao sangue, foi absolutamente proibido alguém alimentar-se dele, porque julgavam que a alma e o espírito dos animais estavam encerrados no sangue. Proibiu-se também comer a carne dos que morriam por si mesmos, bem como gordura de cabra, de ovelha e de boi.

 Levítico 14. Ordenou Moisés que os leprosos fossem separados dos outros, como também os homens que sofressem de fluxo de sêmen; que as mulheres não teriam relações com os homens senão sete dias depois de terminadas as suas purgações; que quem tivesse sepultado um cadáver só seria considerado puro oito dias depois; que o homem que continuasse por mais de sete dias a ser vítima de fluxo de sêmen ofereceria dois cordeiros fêmeas, um dos quais seria sacrificado, e o outro, dado aos sacerdotes; que quem tivesse polução noturna deveria se lavar na água fria, para se purificar, como os maridos depois de se terem aproximado de suas esposas; que os leprosos seriam separados para sempre dos demais e considerados corpos mortos; e que, se Deus respondesse às orações de um deles e alguém recobrasse a saú­de e uma cor viva comprovasse que estava curado da doença, tal pessoa tes­temunharia a sua gratidão por meio de diversas oblações e sacrifícios, de que falaremos em outro lugar.

Isso faz ver o quanto é ridícula a fábula inventada por aqueles que dizem que Moisés fugiu do Egito porque tinha lepra e que nós, hebreus, tendo sido também atingidos pela doença, fomos levados por ele, pela mesma razão, à terra de Canaã. Se isso fosse verdade, teria ele desejado, para a sua própria vergonha, estabelecer semelhante lei? Acaso não se teria oposto a ela se ou­tro a tivesse apresentado, visto que há nações entre as quais os leprosos não são desprezados nem separados dos outros e ainda são elevados a honras, a cargos militares na guerra, a empregos públicos no governo e mesmo admi­tidos aos Templos?

Se então Moisés estivesse contaminado por essa doença, quem o teria im­pedido de dar ao povo leis que seriam antes vantajosas para ele que prejudici­ais? E assim, não fica claro que isso é coisa inventada, por pura malícia, contra a nossa nação? Mas a verdade é que, como Moisés estava isento da doença e vivia com um povo que também o era, ele instituiu essa lei para a glória de Deus, com relação aos contaminados. Deixo a cada qual, todavia, a liberdade de julgar como bem lhe aprouver.

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 Levítico 12. Moisés proibiu também às mulheres que haviam dado à luz recentemente entrar no Tabernáculo e assistir às funções. Só poderiam entrar quarenta dias depois, se tivessem tido um filho, ou após oitenta dias, se fosse uma filha, e eram obrigadas, depois desse tempo, a oferecer vítimas, sendo uma parte destas consagrada a Deus. A outra pertencia aos sacerdotes.

 Números 5. Se um marido desconfiava da esposa e ela era suspeita de adultério, oferecia uma medida de farinha de cevada: jogava um punhado so­bre o altar, e o resto era para os sacerdotes. Um dos sacerdotes punha então a mulher à porta que está em frente do Tabernáculo, tirava-lhe o véu que tinha sobre a cabeça, escrevia o nome de Deus em um pergaminho e a obrigava a declarar com juramento se havia profanado a fidelidade conjugai. E ela acres­centava esta imprecação: se a tivesse violado e o seu juramento fosse falso, que a sua coxa direita se destrancasse no mesmo instante e o seu ventre se rasgasse e ela morresse assim miseravelmente. Mas se, ao contrário, o marido, impelido somente pelo ciúme, por excesso de amor, havia injustamente suspeitado dela, prouvesse a Deus dar-lhe um filho dentro de dez meses.

Após esse juramento, o sacerdote mergulhava na água o pergaminho sobre o qual havia escrito o nome de Deus. Depois que esse nome ficava completamente apagado e diluído pela água, misturava a água com a poeira do pavimento do Tabernáculo e dava a mistura para a mulher beber. Se fora acusada injustamente, ela engravidaria e daria à luz em felicidade. Mas se, ao contrário, era culpada de ter por falso juramento e por sua impudicícia faltado à fidelidade a Deus e ao marido, morria com infâmia, da maneira que dissemos.

Essas foram as leis que Moisés deu ao povo com relação aos sacrifícios e às purificações. Eis ainda outras que ele também criou: proibiu absolutamente o adultério, pois julgava que a felicidade do casamento consistia nessa pureza e naquela fidelidade que o marido deve à mulher e a mulher ao marido e que importa à República que os filhos sejam legítimos.

 Levítico 18, 29 e 21. Moisés condenou como crime horrível o incesto cometido com a própria mãe, ou madrasta, ou tia, tanto do lado paterno como do materno, ou irmã, ou nora. Proibiu coabitar com a própria mulher enquanto ela estivesse nas suas purgações. Condenou como crime abominável o coito com animais ou com rapazes e ordenou para todos esses pecados a pena de morte.

Quanto aos sacerdotes, quis que fossem muito mais castos que os ou­tros, pois não somente os obrigou a observar essas mesmas leis, mas lhes proibiu esposar mulher que houvesse sido abandonada, ou escrava, ou alguma que ti­vesse sido hospedeira, cabareteira ou repudiada, fosse qual fosse o motivo.

Acrescentou ainda, com relação ao sumo sacerdote, que ele não podia, como os outros sacerdotes, desposar viúva, mas seria obrigado a receber uma virgem e conservá-la. Proibiu-lhe ainda aproximar-se de algum morto, embora fosse per­mitido aos outros aproximar-se de pais, mães, irmãos e filhos mortos. Acrescen­tou, para todos, que fossem verdadeiros e muito sinceros em todas as suas pala­vras e ações. Se entre os sacerdotes houvesse algum defeito corporal, ser-lhe-ia permitido estar com os demais, mas não poderia subir ao altar ou entrar no Templo. Eram obrigados a ser puros e castos não somente quando celebravam o serviço divino, mas em todo o resto de sua vida.

Levítico 10. Quando usavam a veste sagrada,* conveniente ao seu ministé­rio, eram obrigados, além da pureza na qual deviam sempre viver, a tal sobrie­dade que lhes era proibido beber vinho, e as vítimas que ofereciam deviam ser de animais inteiros, sem mancha. Essas foram as leis que Moisés outorgou no deserto e fez observar durante a sua vida. Instituiu ainda outras para serem observadas no futuro, quando o povo estivesse de posse da terra de Canaã.

 Levítico 5. Moisés determinou que de sete em sete anos a terra descan­sasse, sem ser cultivada. Não se plantaria nela coisa alguma, do mesmo modo como havia ordenado que no sétimo dia o povo não trabalhasse. A isso acrescen­tou que tudo o que a terra produzisse por si mesma no ano de descanso seria comum a todos, mesmos aos estrangeiros, e não seria permitido a ninguém guar­dar alguma coisa disso.

Quis também que a mesma coisa se observasse depois de sete vezes sete anos e que no ano seguinte, que é o qüinquagésimo e Jubileu dos hebreus, isto é, liberdade, os devedores ficassem livres de todas as suas dívidas e os escravos fos­sem libertados. Entende-se serem estes todos os que antes eram livres, mas foram reduzidos à escravidão em vez de serem condenados à morte, como castigo por terem violado alguma lei. Essa lei determinava também que as heranças voltariam aos seus antigos possessores, desta maneira: quando o Jubileu se aproximasse, o vendedor e o comprador da herdade calculavam juntos o que ela rendera e as despesas que haviam feito. Se a renda superasse as despesas, o vendedor retomava a herdade, e se, ao contrário, as despesas superassem a renda, o vendedor restituía o excesso, e a herdade voltava a ele. No entanto, se a renda fosse igual às despesas, o antigo possessor retomava a posse de sua herdade.

A mesma coisa se observava quanto às casas que estavam nas cidades e nas aldeias rodeadas de muros: o vendedor podia voltar à sua casa, dando o preço da alienação antes de o ano terminar. Mas se deixasse de o entregar, o compra­dor estava confirmado na sua posse. Moisés recebeu todas essas leis do próprio Deus, no monte Sinai, para dá-las ao povo, quando estavam acampados aos pés do monte, e escreveu-as para serem observadas por aqueles que viessem depois deles.

Por Fávio Josefo – História dos Hebreus

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Sobre Cadu Rinaldi

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4 respostas para Sacrifícios do Antigo Testamento. Lei que se refere aos sacrifícios, aos sacerdotes, às festas e outras solenidades, tanto civis quanto políticas.

  1. J.alves disse:

    Ainda bem que existe satis assim que por maos ungidas nos traz o conhecimento

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  2. Lucas disse:

    Qual o nome das tribos que oferecia seus filhos em olocausto

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