A divindade de Cristo


No livro do apóstolo João, em seu capítulo 1 vemos os assuntos referentes a este tema. A razão mais simples do por quê se chama Verbo ao Filho de Deus parece ser que como nossas palavras explicam nossas idéias aos outros, assim foi enviado o Filho de Deus para revelar o pensamento de Seu Pai ao mundo.

O que diz o evangelista acerca de Cristo prova que Ele é Deus. afirma sua existência no começo; sua co-existência com o Pai. O Verbo estava com Deus. Todas as coisas foram feitas por Ele, e não como instrumento. Sem Ele nada do que existe foi feito, desde o anjo mais elevado até o verme mais baixo. Isto mostra quão bem qualificado estava para a obra de nossa redenção e salvação. A luz da razão, e a vida dos sentidos, deriva dEle, e depende dEle. Este Verbo eterno, esta Luz verdadeira, resplandece, mas as trevas não a compreenderam. Oremos sem cessar para que nossos olhos sejam abertos para contemplar esta luz, para que andemos nEle; e assim sejamos feitos sábios para salvação por fé em Jesus Cristo.

João Batista veio dar testemunho de Jesus. nada revela com maior plenitude as trevas da mente dos homens que quando apareceu a Luz que houve necessidade de uma testemunha para chamar a atenção a ela. Cristo era a Luz verdadeira; essa grande Luz que merece ser assim chamada. Por seu Espírito e graça ilumina a todos os que estão iluminados para salvação; e os que não estão iluminados por Ele, perecem nas trevas. Cristo esteve no mundo quando assumiu nossa natureza e habitou conosco. O Filho do Altíssimo esteve aqui neste mundo inferior. Esteve no mundo, mas não era do mundo. Veio salvar um mundo perdido, porque era um mundo de Sua própria feitura. Contudo, o mundo não o conheceu. Quando venha como Juiz, o mundo o conhecerá. Muitos dizem que são de Cristo, embora não o recebem porque não deixam seus pecados nem permitem que Ele reine sobre eles.

Todos os filhos de Deus são nascidos de novo. este novo nascimento é por meio da palavra de Deus (1 Pe 1.23), e pelo Espírito de Deus Enquanto a Autor. Por sua presença divina, Cristo sempre esteve no mundo, porém, agora que chegaria o cumprimento do tempo, Ele foi, de outra forma, Deus manifestado na carne. Observem-se, não obstante, os raios de sua glória divina que perfuraram este véu de carne. Embora esteve na forma de servo, no que diz respeito às circunstâncias externas, a respeito da graça sua forma foi a do Filho de Deus cuja glória divina se revela na santidade de sua doutrina e em seus milagres. Foi cheio de graça, completamente aceitável a seu Pai, portanto, apto para interceder por nós; e cheio de verdade, plenamente ciente das coisas que revelaria.

Por  Mathew H.

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Teologia e Reino de Deus
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