Escolha dos nomes no tempo de Jesus


Os nomes eram muito importantes no mundo do Antigo Testamento. Cada nome hebreu tinha um significado, e ele se tornava parte importante da vida da criança. Os judeus acreditavam que primeiro deviam conhecer o nome de uma pessoa antes que pudessem conhecer a própria pessoa. Basta que olhemos para o nome de Jacó, que quer dizer "agarrador de calcanhar", ou "suplantador", para vermos a importância de um nome. Conhecer o nome de Jacó era conhecer-lhe o caráter! Portanto, o ato de escolher um nome para a criança era grave responsabilidade.

 

 

         Os nomes eram muito importantes no mundo do Antigo Testamento. Cada nome hebreu tinha um significado, e ele se tornava parte importante da vida da criança. Os judeus acreditavam que primeiro deviam conhecer o nome de uma pessoa antes que pudessem conhecer a própria pessoa. Basta que olhemos para o nome de Jacó, que quer dizer "agarrador de calcanhar", ou "suplantador", para vermos a importância de um nome. Conhecer o nome de Jacó era conhecer-lhe o caráter! Portanto, o ato de escolher um nome para a criança era grave responsabilidade.þ

            Após o exílio, o significado do nome perdeu a importância que tinha. Uma criança podia receber o nome Daniel,não por seu significado, mas para honrar o famoso servo de Deus. Porém, houve exceções, mesmo durante este período. Por exemplo, o nome Jesus é uma forma grega do nome hebreu Josué, que significa "salvação do Senhor".

O nome da criança geralmente era escolhido por um dos pais, ou por ambos. A Bíblia indica que geralmente a mãe dava nome à criança. Como hoje, outras pessoas se incumbiam de ajudar nesta importante tarefa. Se os vizinhos e parentes de Isabel tivessem feito como queriam, seu filho teria sido chamado "Zacarias". Mas Isabel protestou, insistindo em que o menino se chamasse "João" (Lucas 1:60-61).

            Em parte alguma a Bíblia diz especificamente quando a criança devia receber o nome. Em alguns casos, a mãe deu nome à criança no dia de seu nascimento (p. ex., 1 Samuel 4:21). Nos tempos do Novo Testamento, o menino geralmente recebia o nome no oitavo dia, no momento da circuncisão (cf. Lucas 1:59; 2:21).

            Em sua maioria, os nomes da Bíblia são teofóricos. Isto é, um nome divino foi juntado a um substantivo ou a um verbo, produzindo uma sentença. Por exemplo, Jônatas significa "O Senhor deu". O nome Elias refere-se à lealdade do profeta: "Meu Deus [é] o Senhor." Isto é verdade, também, com relação a muitos nomes pagãos. Muitos nomes do Antigo Testamento contêm a palavra Baal. O neto do rei Saul chamava-se Meribe-Baal (1 Crônicas 8:34).

            As circunstâncias que cercavam o nascimento da criança algumas vezes influíam na escolha do seu nome. Por exemplo, se uma mulher ia ao poço em busca de água e tinha seu filho ali, ela podia chamá-lo Beera, "[nascido junto ao] poço." Uma criança nascida durante uma tempestade de inverno podia chamar-se Baraque, "relâmpago". Quando os filisteus capturaram a arca do concerto, uma mãe estava dando à luz um filho. O menino recebeu o nome de Icabode; nas palavras da mãe, "Foi-se a glória [cabode] de Israel" (1 Samuel 4:21).

            Os nomes de animais eram comumente usados para crianças. Raquel significa "ovelha". Débora é a palavra hebraica para "abelha". Calebe quer dizer "cão", e Acbor refere-se a "camundongo". Só podemos fazer conjecturas por que se usavam nomes de animais. Talvez expressassem algum tipo de desejo dos pais. Uma mãe podia ter chamado a filha deDébora por desejar que ela, ao tornar-se madura, fosse uma "abelha" industriosa e ocupada.

            Freqüentemente o nome se referia a um traço de personalidade que os pais esperavam descrevesse a criança quando ela chegasse à vida adulta. Nomes como Shobek (Preeminente) e Azzan (Forte) podem ser melhor compreendidos sob esta luz. Mas, em outros casos, o nome parecia ser exatamente o contrário do que os pais esperavam que o filho fosse.Gareb sugere uma condição "escabiosa" e Nabal faz referência a um "tolo". Algumas culturas primitivos acreditavam que os demônios desejavam possuir as crianças, por isso davam a elas nomes com sons repugnantes. Talvez nomes como ”Escabioso" e "Tolo" fossem dados, portanto, nos tempos bíblicos para afastar espíritos maus.

            É comum hoje dar ao primogênito o mesmo nome do pai, mas esse não era o caso nos tempos bíblicos. Basta que se dê uma olhada às várias árvores genealógicas descritas nas Escrituras para comprová-lo. Por exemplo, de Boaz até ao último rei de Judá, estão arrolados 24 nomes de reis. E não há dois deles iguais!

            Alguns nomes eram mais populares do que outros. Por exemplo, pelo menos doze homens mencionados no Antigo Testamento foram chamados de Obadias ("servo do Senhor"). A fim de distinguir entre muitas crianças com o mesmo nome, podia acrescentar-se o nome do pai ao do filho. O nome completo do profeta Micaías era "Micaías ben Inlá", ou "Micaías, filho de Inlá". O nome do apóstolo Pedro, antes de Jesus mudá-lo, era "Simão Barjonas", ou "Simão, filho de Jonas". Este costume também servia para lembrar ao filho seus ancestrais.

            Outro modo de distinguir entre pessoas com o mesmo nome era identificar cada pessoa pela sua cidade natal. O pai de Davi era chamado "Jessé, o belemita" (1 Samuel 16:1). O gigante que Davi matou era "Golias, de Gate" (1 Samuel 17:4). Entre os principais sustentadores de Jesus encontrava-se Maria Madalena ou "Maria de Magdala" (Mateus 28:1). Judas Iscariotes, o discípulo que traiu a Jesus vinha da cidade de Queriote.

            Às vezes o nome da pessoa era mudado depois que ela atingia a idade adulta. O próprio indivíduo podia pedir a mudança de nome. Noemi, sogra de Rute, procurou trocar de nome para Mara, porque, disse ela, "grande amargura[mara] me tem dado o Todo-poderoso" (Rute 1:20). A Bíblia não diz se os seus vizinhos a levaram a sério. O jovem fariseu chamado Saulo tinha sido cristão durante anos antes de mudar o nome para Paulo, depois que levou um importante oficial, Sérgio Paulo à conversão na ilha de Chipre (Atos 13:1-13).

            Em outras ocasiões, a pessoa recebia um novo nome. Um anjo do Senhor trocou o nome de Jacó para Israel(Gênesis 32:28). Jesus mudou o nome de Simão para Pedro (Mateus 16:17-18). Não se sabe quantas vezes as pessoas mudavam de nome nos tempos bíblicos.

Livro: Vida cotidiano nos tempos bíblicos. Autor J.I. Pacher.

   Após o exílio, o significado do nome perdeu a importância que tinha. Uma criança podia receber o nome Daniel,não por seu significado, mas para honrar o famoso servo de Deus. Porém, houve exceções, mesmo durante este período. Por exemplo, o nome Jesus é uma forma grega do nome hebreu Josué, que significa "salvação do Senhor".

O nome da criança geralmente era escolhido por um dos pais, ou por ambos. A Bíblia indica que geralmente a mãe dava nome à criança. Como hoje, outras pessoas se incumbiam de ajudar nesta importante tarefa. Se os vizinhos e parentes de Isabel tivessem feito como queriam, seu filho teria sido chamado "Zacarias". Mas Isabel protestou, insistindo em que o menino se chamasse "João" (Lucas 1:60-61).

            Em parte alguma a Bíblia diz especificamente quando a criança devia receber o nome. Em alguns casos, a mãe deu nome à criança no dia de seu nascimento (p. ex., 1 Samuel 4:21). Nos tempos do Novo Testamento, o menino geralmente recebia o nome no oitavo dia, no momento da circuncisão (cf. Lucas 1:59; 2:21).

            Em sua maioria, os nomes da Bíblia são teofóricos. Isto é, um nome divino foi juntado a um substantivo ou a um verbo, produzindo uma sentença. Por exemplo, Jônatas significa "O Senhor deu". O nome Elias refere-se à lealdade do profeta: "Meu Deus [é] o Senhor." Isto é verdade, também, com relação a muitos nomes pagãos. Muitos nomes do Antigo Testamento contêm a palavra Baal. O neto do rei Saul chamava-se Meribe-Baal (1 Crônicas 8:34).

            As circunstâncias que cercavam o nascimento da criança algumas vezes influíam na escolha do seu nome. Por exemplo, se uma mulher ia ao poço em busca de água e tinha seu filho ali, ela podia chamá-lo Beera, "[nascido junto ao] poço." Uma criança nascida durante uma tempestade de inverno podia chamar-se Baraque, "relâmpago". Quando os filisteus capturaram a arca do concerto, uma mãe estava dando à luz um filho. O menino recebeu o nome de Icabode; nas palavras da mãe, "Foi-se a glória [cabode] de Israel" (1 Samuel 4:21).

            Os nomes de animais eram comumente usados para crianças. Raquel significa "ovelha". Débora é a palavra hebraica para "abelha". Calebe quer dizer "cão", e Acbor refere-se a "camundongo". Só podemos fazer conjecturas por que se usavam nomes de animais. Talvez expressassem algum tipo de desejo dos pais. Uma mãe podia ter chamado a filha deDébora por desejar que ela, ao tornar-se madura, fosse uma "abelha" industriosa e ocupada.

            Freqüentemente o nome se referia a um traço de personalidade que os pais esperavam descrevesse a criança quando ela chegasse à vida adulta. Nomes como Shobek (Preeminente) e Azzan (Forte) podem ser melhor compreendidos sob esta luz. Mas, em outros casos, o nome parecia ser exatamente o contrário do que os pais esperavam que o filho fosse.Gareb sugere uma condição "escabiosa" e Nabal faz referência a um "tolo". Algumas culturas primitivos acreditavam que os demônios desejavam possuir as crianças, por isso davam a elas nomes com sons repugnantes. Talvez nomes como ”Escabioso" e "Tolo" fossem dados, portanto, nos tempos bíblicos para afastar espíritos maus.

            É comum hoje dar ao primogênito o mesmo nome do pai, mas esse não era o caso nos tempos bíblicos. Basta que se dê uma olhada às várias árvores genealógicas descritas nas Escrituras para comprová-lo. Por exemplo, de Boaz até ao último rei de Judá, estão arrolados 24 nomes de reis. E não há dois deles iguais!

            Alguns nomes eram mais populares do que outros. Por exemplo, pelo menos doze homens mencionados no Antigo Testamento foram chamados de Obadias ("servo do Senhor"). A fim de distinguir entre muitas crianças com o mesmo nome, podia acrescentar-se o nome do pai ao do filho. O nome completo do profeta Micaías era "Micaías ben Inlá", ou "Micaías, filho de Inlá". O nome do apóstolo Pedro, antes de Jesus mudá-lo, era "Simão Barjonas", ou "Simão, filho de Jonas". Este costume também servia para lembrar ao filho seus ancestrais.

            Outro modo de distinguir entre pessoas com o mesmo nome era identificar cada pessoa pela sua cidade natal. O pai de Davi era chamado "Jessé, o belemita" (1 Samuel 16:1). O gigante que Davi matou era "Golias, de Gate" (1 Samuel 17:4). Entre os principais sustentadores de Jesus encontrava-se Maria Madalena ou "Maria de Magdala" (Mateus 28:1). Judas Iscariotes, o discípulo que traiu a Jesus vinha da cidade de Queriote.

            Às vezes o nome da pessoa era mudado depois que ela atingia a idade adulta. O próprio indivíduo podia pedir a mudança de nome. Noemi, sogra de Rute, procurou trocar de nome para Mara, porque, disse ela, "grande amargura[mara] me tem dado o Todo-poderoso" (Rute 1:20). A Bíblia não diz se os seus vizinhos a levaram a sério. O jovem fariseu chamado Saulo tinha sido cristão durante anos antes de mudar o nome para Paulo, depois que levou um importante oficial, Sérgio Paulo à conversão na ilha de Chipre (Atos 13:1-13).

            Em outras ocasiões, a pessoa recebia um novo nome. Um anjo do Senhor trocou o nome de Jacó para Israel(Gênesis 32:28). Jesus mudou o nome de Simão para Pedro (Mateus 16:17-18). Não se sabe quantas vezes as pessoas mudavam de nome nos tempos bíblicos.

Livro: Vida cotidiano nos tempos bíblicos. Autor J.I. Pacher.

Os nomes eram muito importantes no mundo do Antigo Testamento. Cada nome hebreu tinha um significado, e ele se tornava parte importante da vida da criança. Os judeus acreditavam que primeiro deviam conhecer o nome de uma pessoa antes que pudessem conhecer a própria pessoa. Basta que olhemos para o nome de Jacó, que quer dizer "agarrador de calcanhar", ou "suplantador", para vermos a importância de um nome. Conhecer o nome de Jacó era conhecer-lhe o caráter! Portanto, o ato de escolher um nome para a criança era grave responsabilidade.

            Após o exílio, o significado do nome perdeu a importância que tinha. Uma criança podia receber o nome Daniel,não por seu significado, mas para honrar o famoso servo de Deus. Porém, houve exceções, mesmo durante este período. Por exemplo, o nome Jesus é uma forma grega do nome hebreu Josué, que significa "salvação do Senhor".

O nome da criança geralmente era escolhido por um dos pais, ou por ambos. A Bíblia indica que geralmente a mãe dava nome à criança. Como hoje, outras pessoas se incumbiam de ajudar nesta importante tarefa. Se os vizinhos e parentes de Isabel tivessem feito como queriam, seu filho teria sido chamado "Zacarias". Mas Isabel protestou, insistindo em que o menino se chamasse "João" (Lucas 1:60-61).

            Em parte alguma a Bíblia diz especificamente quando a criança devia receber o nome. Em alguns casos, a mãe deu nome à criança no dia de seu nascimento (p. ex., 1 Samuel 4:21). Nos tempos do Novo Testamento, o menino geralmente recebia o nome no oitavo dia, no momento da circuncisão (cf. Lucas 1:59; 2:21).

            Em sua maioria, os nomes da Bíblia são teofóricos. Isto é, um nome divino foi juntado a um substantivo ou a um verbo, produzindo uma sentença. Por exemplo, Jônatas significa "O Senhor deu". O nome Elias refere-se à lealdade do profeta: "Meu Deus [é] o Senhor." Isto é verdade, também, com relação a muitos nomes pagãos. Muitos nomes do Antigo Testamento contêm a palavra Baal. O neto do rei Saul chamava-se Meribe-Baal (1 Crônicas 8:34).

            As circunstâncias que cercavam o nascimento da criança algumas vezes influíam na escolha do seu nome. Por exemplo, se uma mulher ia ao poço em busca de água e tinha seu filho ali, ela podia chamá-lo Beera, "[nascido junto ao] poço." Uma criança nascida durante uma tempestade de inverno podia chamar-se Baraque, "relâmpago". Quando os filisteus capturaram a arca do concerto, uma mãe estava dando à luz um filho. O menino recebeu o nome de Icabode; nas palavras da mãe, "Foi-se a glória [cabode] de Israel" (1 Samuel 4:21).

            Os nomes de animais eram comumente usados para crianças. Raquel significa "ovelha". Débora é a palavra hebraica para "abelha". Calebe quer dizer "cão", e Acbor refere-se a "camundongo". Só podemos fazer conjecturas por que se usavam nomes de animais. Talvez expressassem algum tipo de desejo dos pais. Uma mãe podia ter chamado a filha deDébora por desejar que ela, ao tornar-se madura, fosse uma "abelha" industriosa e ocupada.

            Freqüentemente o nome se referia a um traço de personalidade que os pais esperavam descrevesse a criança quando ela chegasse à vida adulta. Nomes como Shobek (Preeminente) e Azzan (Forte) podem ser melhor compreendidos sob esta luz. Mas, em outros casos, o nome parecia ser exatamente o contrário do que os pais esperavam que o filho fosse.Gareb sugere uma condição "escabiosa" e Nabal faz referência a um "tolo". Algumas culturas primitivos acreditavam que os demônios desejavam possuir as crianças, por isso davam a elas nomes com sons repugnantes. Talvez nomes como ”Escabioso" e "Tolo" fossem dados, portanto, nos tempos bíblicos para afastar espíritos maus.

            É comum hoje dar ao primogênito o mesmo nome do pai, mas esse não era o caso nos tempos bíblicos. Basta que se dê uma olhada às várias árvores genealógicas descritas nas Escrituras para comprová-lo. Por exemplo, de Boaz até ao último rei de Judá, estão arrolados 24 nomes de reis. E não há dois deles iguais!

            Alguns nomes eram mais populares do que outros. Por exemplo, pelo menos doze homens mencionados no Antigo Testamento foram chamados de Obadias ("servo do Senhor"). A fim de distinguir entre muitas crianças com o mesmo nome, podia acrescentar-se o nome do pai ao do filho. O nome completo do profeta Micaías era "Micaías ben Inlá", ou "Micaías, filho de Inlá". O nome do apóstolo Pedro, antes de Jesus mudá-lo, era "Simão Barjonas", ou "Simão, filho de Jonas". Este costume também servia para lembrar ao filho seus ancestrais.

            Outro modo de distinguir entre pessoas com o mesmo nome era identificar cada pessoa pela sua cidade natal. O pai de Davi era chamado "Jessé, o belemita" (1 Samuel 16:1). O gigante que Davi matou era "Golias, de Gate" (1 Samuel 17:4). Entre os principais sustentadores de Jesus encontrava-se Maria Madalena ou "Maria de Magdala" (Mateus 28:1). Judas Iscariotes, o discípulo que traiu a Jesus vinha da cidade de Queriote.

            Às vezes o nome da pessoa era mudado depois que ela atingia a idade adulta. O próprio indivíduo podia pedir a mudança de nome. Noemi, sogra de Rute, procurou trocar de nome para Mara, porque, disse ela, "grande amargura[mara] me tem dado o Todo-poderoso" (Rute 1:20). A Bíblia não diz se os seus vizinhos a levaram a sério. O jovem fariseu chamado Saulo tinha sido cristão durante anos antes de mudar o nome para Paulo, depois que levou um importante oficial, Sérgio Paulo à conversão na ilha de Chipre (Atos 13:1-13).

            Em outras ocasiões, a pessoa recebia um novo nome. Um anjo do Senhor trocou o nome de Jacó para Israel(Gênesis 32:28). Jesus mudou o nome de Simão para Pedro (Mateus 16:17-18). Não se sabe quantas vezes as pessoas mudavam de nome nos tempos bíblicos.

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